quarta-feira, 13 de junho de 2012

Até tu Nilson Maria!

Nilson Maria (Rádio Absoluta AM) quem diria hem! No chamado debates acalorados do seu programa “Frente a Frente” com sua trupe de "velhinhos, tarados”. Comentava sobre a morte do pugilista tricampeão olímpico e mundial cubano de boxe Teófilo Stevenson, 60 anos que morreu na ultima segunda-feira de enfarto.
Disse Nilson Maria que “o Lutador era um patriota, pois tinha toda confiança do regime Cubano tendo comandado por diversas vezes a delegação em Jogos Olímpicos, sendo assim ele não Deserdaria” Nilson Maria queria mesmo era falar Desertar, corrigiu a tempo mais nós ouvimos.

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11 comentários:

  1. Naquela época quem deserta-se estava com um pé (e mão) nos EUA. E ele não o fez.É isso....

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  2. DESERTARIA é isso.......Muito Bem.

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  3. Paulo Freitas arrebentou mais uma vez no Programa do Watson. Cultura é outra coisa. Parabéns ex Globo. Estou às vossas ordens. Abraço !!

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  4. Se você joão achar que deve publicar. Achei justo e lindo.

    OLAVO CARDOSO NÃO MORREU
    Publicado por Paulo Freitas em Campos em 22/06/2011


    OLAVO CARDOSO

    Sabecumé ensinar uma criança a andar, estar sempre ao seu lado, amparando, protegendo e estimulando sempre?

    Eu tive alguém que me fez isso quando comecei na minha profissão. Eu tive um Mestre.

    Não fosse Olavo Cardoso, eu teria desistido, jogado a toalha e talvez estivesse hoje engrossando a lista dos guerrilheiros que a ditadura matou. Afinal, desde os 14 anos principiei, nas lavouras da Escola Agrotécnica de Campos, as táticas de guerrilha ministradas por cubanos e promovidas por um certo Edvaldo Francisco Fidel, medroso, que pulou fora com o 1º de abril.

    Olavo me deu o primeiro microfone e vibrava com as reportagens que eu fazia, esgueirando entres tabuleiros no primeiro trabalho em defesa do consumidor. Ninguém cogitava desse Código que hoje virou realidade. Éramos, eu e Olavo Cardoso, dois loucos, na primavera de 1970, orientando os consumidores, indicando-lhes promoções, produtos de qualidade e criando uma mentalidade de respeito entre quem comprava e quem vendia.

    Demos dignidade a comerciantes discriminados e a seus compradores explorados, chamando-os de clientes e consumidores. Hoje, olhando para trás, tenho satisfação de ter contribuído com aquele processo de valorização da criatura humana. Recusamos os mais estranhos mimos, leitões, caranguejos, samburás de frutas regionais e (pasmem!) até virgens.

    Quantos batizados nos ofertaram, quantos Olavos e Paulo não receberam esses nomes em nossa homenagem…

    Desapareceu ontem da vida física meu companheiro daqueles tempos, quando fui a unha de sua carne, seu o filho e ele meu pai, o protetor afável e compreensível. Olavo nunca deu um grito na vida, nem de gol.

    Mas Olavo Cardoso, a quem não via havia tempo e planejava fazer-lhe uma visita surpresa, não morreu. Os espíritos não morrem.

    Conforta-me saber que foi imediatamente arrebatado, amparado e amparado pelas Forças Superiores e reconduzido ao seu mundo de origem.
    Findou-se o corpo físico de que se serviu para estar na Terra. Mas o espírito, a partícula da Força Criadora, o Todo que regula o universo (alguns chamam de Deus, Buda, Maomé, Alá, Tupã, etc.), não morre. Segue sua trajetória evolutiva.

    A Olavo Cardoso devemos a comunicação com responsabilidade, o empenho em descobrir e transmitir apenas noticias fraternais. Olavo fazia o trabalho limpo em meio a tanta gente sem responsabilidade e consciência do dever profissional. Reencarnou com essa missão e a cumpriu até seus últimos dias, saindo do microfone para a sepultura.

    E lá se foi Olavo, filho de Dona Zilda e seu Chico Paturi do “Disco Voador”, da Coroa Boêmia, depois dos irmãos Paulo, Cacau e Lauro. Restou Roberto, igualmente meu irmão e cúmplice nas estripulias e inconseqüências próprias da madureza. Ambos herdamos o legado de Olavo, lá no comecinho.

    Olavo era um espírito superior entre nós, agüentando com invejável resignação a inutilidade dos seus rins, amargando diálises constantes, mas tendo sempre uma palavra de alegria e paz para oferecer a milhares ouvintes.

    Não quero chorar, não mais. Resta-nos a todos o consolo de ter tido a primazia de viver no tempo de Olavo Cardoso, pois o mundo sem ele será muito mais difícil e complicado.

    Até mais, meu mestre.

    Que a Luz se faça sempre em seu espírito. Cumpriu-se uma lei natural que rege o universo e que a ela tudo está sujeito. Com sua morte física guardemos sua derradeira lição: praticar o bem, apenas o bem.

    Paulo “Cardoso” Freitas

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  5. geraldo Lopes Raphael14 de junho de 2012 20:39

    A verdade é que o bom velhinho consertou o ato falho na hora. Mas o melhor disso tudo é que voce João do Microfone ,voltou a falar do nosso rádio. Que bom! esquece essa política chata de nossa cidade( e do país também) temos tantas rádios em Campos, tantos "paraquedistas" querendo um lugar na política e radialistas chatos. mas fale mais. por favor!Fala das falhas dos radialistas (são muitas). Para começar, voce poderia fazer uma pesquisa com todos radialistas de Campos (vivos) e saber qual os times de Campos que eles torcem. Finalmente poderíamos saber ,se a torcida do Goytacáz é tão grande assim. Eu sei por exemplo alguns do Rio Branco; Nilson Maria, Arnaldo Garcia.. do Americano , Almedia Sales, o Sérgio Tinoco,Paulo Lacerda, Fernando Antonio, do Goytacáz, o Cacau Borges, Josélio Rocha.. enfim é uma ideia. mas divulgue nominalmente. um abraço. Geraldo Lopes Raphael

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    Respostas
    1. Concordo com o Geraldo. Política tô fora.....
      Sou Goytacaz até morrer e Flamengo.

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    2. É João como já disse estou aí para colaborar.Abço. Véio

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  6. geraldo Lopes Raphael15 de junho de 2012 00:36

    Que linda homenagem. Parabéns por ter tido a oportunidade( dada por "Deus" )de voce ter convivido tão intensamente com o grande Olavo Cardoso. E parabéns pelas palavras. É, sem dúvida uma linda homenagem.

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  7. Errar é humano! Atirem a primeira pedra quem nunca errou?

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  8. O Baretta é GOYTACAZ e FLAMENGO. Falei !!!

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