sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

PRIVATARIA TUCANA VEJA O VÍDEO DO QUE PENSA SERRA SOBRE O LIVRO

2 comentários:

  1. Baixe gratuitamente o livro proibido O" Chefe" de Ivo Patarra:

    Nos dois governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diversos casos de corrupção sacudiram o País. O mais grave ficou conhecido como escândalo do mensalão. Dirigentes do PT foram denunciados por montar uma organização criminosa. Lula tratou de abafar investigações e proteger correligionários e aliados. Aliás é que ocorre com os ministros que caíram no governo Dilma que FHC chamou de "ministério com aparencia de lixo"

    Baixe o livro aqui e aqui:

    http://www.escandalodomensalao.com.br/

    http://www.culturabrasil.org/zip/o_chefe.pdf

    FHC: a Dilma ‘tem de se livrar do entulho’ que herdou

    Acusado pelo PT de ter deixado para Lula um legado maldito, Fernando Henrique Cardoso começa a ir à forra.

    O grão-tucano afirma agora que Dilma Rousseff herdou de Lula um ministério com aparência de lixo:

    "Ela levou o ano todo com o peso morto desse entulho. Ela tem de se livrar desse entulho", declarou FHC, em entrevista à radio Estadão ESPN.

    A despeito da queda de sete ministros, seis dos quais sob suspeita de corrupção, FHC insinua que Dilma é tolerante com malfeitores.

    "Tem de haver um pouco mais de responsabilização", disse. "Tem suspeita? Tem de cair fora."

    FHC vangloriou-se: "Eu nunca tive leniência ou tolerância." Hoje, disse ele, transfere-se a responsabilidade para os partidos.

    Avalia que o fenômeno da partidarização faz da corrupção parte do jogo político. "Acho isso muito grave", disse.

    Para FHC, o condomínio partidário de Dilma é “maior que o necessário. Se ela dispensar um ou dois partidos, não acontece nada."

    Ouça a entrevista aqui:

    http://www.radio.estadao.com.br/audios/audio.php?idGuidSelect=B9E13F6C98514B22A0D74DCD4AD7F1A6

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  2. Leia a íntegra da nota de FHC:

    Infâmia

    A infâmia, infelizmente, tem sido parte da política partidária. Eu mesmo, junto com eminentes homens públicos do PSDB, fomos vítimas em mais de uma ocasião, a mais notória das quais foi o “Dossiê Cayman”, uma papelada forjada por falsários em Miami para dizer que possuíamos uma conta de centenas de milhões de dólares na referida ilha. Foi preciso que o FBI pusesse na cadeia os malandros que produziram a papelada para que as vozes interessadas em nos desmoralizar se calassem. Ainda nesta semana a imprensa mostrou quem fez a papelada e quem comprou o falso dossiê Cayman para usá-lo em campanhas eleitorais contra os tucanos. Esse foi o primeiro. Quem não se lembra, também, do “Dossiê dos Aloprados” e do “Dossiê de Furnas”, desmascarado nestes dias?

    Na mesma tecla da infâmia, um jornalista indiciado pela Polícia Federal por haver armado outro dossiê contra o candidato do PSDB na campanha de 2010, fabrica agora “acusações”, especialmente, mas não só, contra José Serra. Na audácia de quem já tem experiência em fabricar “documentos” não se peja em atacar familiares, como o genro e a filha do alvo principal, que, sem ter culpa nenhuma no cartório, acabam por sofrer as conseqüências da calúnia organizada, inclusive na sua vida profissional.

    Por estas razões, quero deixar registrado meu protesto e minha solidariedade às vítimas da infâmia e pedir à direção do PSDB, seus líderes, militantes e simpatizantes que reajam com indignação. Chega de assassinatos morais de inocentes. Se dúvidas houver, e nós não temos, que se apele à Justiça, nunca à infâmia.

    São Paulo, 15 de dezembro de 2011

    Fernando Henrique Cardoso

    Leia a íntegra da nota do PSDB:

    Nota Oficial

    O PSDB repudia veementemente a mais recente e leviana tentativa de atribuir irregularidades aos processos de privatização no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso e acusar o Partido e os seus líderes de participar de ações criminosas.

    As privatizações viabilizaram a modernização da economia brasileira, com centenas de bilhões de investimentos em serviços essenciais e a geração de milhares de empregos.

    Todo o processo foi exaustivamente auditado pelo Tribunal de Contas da União, Ministério Público Federal e outros órgãos de controle, e nenhuma irregularidade foi constatada.

    O livro agora publicado tem as mesmas características de farsas anteriores, desmascaradas pela polícia, como a “Lista de Furnas”, o “Dossiê Cayman” e o caso dos “Aloprados”. Seu autor é um indiciado pela Polícia Federal por quatro crimes, incluindo corrupção ativa e uso de documentos falsos.

    Uma constante dessa fabricação de falsos dossiês tem sido a participação de membros e agentes do Partido dos Trabalhadores. Os que não se envolvem diretamente nas falsificações não têm pudor de endossá-las publicamente, protegidos, alguns deles, pela imunidade parlamentar.

    A nova investida ocorre num momento em que o PT está atolado em denúncias de corrupção que já derrubaram seis ministros, e aguarda ansiosamente o julgamento do Mensalão, maior escândalo de corrupção de que se tem notícia na história do Brasil.

    Serão tomadas medidas judiciais cabíveis contra o autor e os associados às calúnias desse livro.

    Brasília, 15 de dezembro de 2011

    15 de dezembro de 2011 19:34

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