terça-feira, 22 de novembro de 2011

ATÉ TU OPHIR CAVALCANTE! PRESIDENTE DA OAB E PORTA-VOZ DE TODOS OS MOVIMENTOS CONTRA A CORRUPÇÃO RECEBEU R$ 1,5 MILHÃO SEM TRABALHAR

 E o pregador era também um pecador


Uma velha máxima da filosofia ensina: “Perdoa-se o pecador; o pregador, jamais”. Hoje, atingido por ela foi o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante. Reportagem da jornalista Elvira Lobato, da Folha de São Paulo, revela que ele vem recebendo um salário de R$ 20 mil mensais sem trabalhar. É sua licença remunerada, como procurador do Pará – como todos sabem, um dos estados com mais problemas sociais no País. Somando tudo, Ophir já embolsou R$ 1,5 milhão.
Ophir é também daquelas fontes recorrentes da imprensa, quando há a necessidade de encontrar alguém que vocalize a indignação do povo brasileiro contra a corrupção. Uma marcha contra a corrupção? Um ministro enrolado? Um movimento da elite como o “Cansei”? Bom, nesses casos, “liga pro Ophir”, é o que se diz nas redações.
De acordo com Ophir, seus vencimentos são legais e permitidos pela lei. Mas o fato, agora, é um só: o presidente da OAB perdeu toda a legitimidade para agir como o porta-voz do Cansei. Perdoa-se o pecador, Ophir. O pregador, jamais.
FONTE/BR NOTÍCIAS

Um comentário:

  1. Isso, meu caro João, sem falar na grana que o órgão em que ele representa( a OAB) recebe daqueles Advogados recém-formados têm que pagar para poder prestar o tal exame da maldita Ordem. São duzentas pratas por cabeça, dinheiro este que ninguém sabe pra onde vai e o pior é que o recém formado só pode exercer a profissão se conseguir ser aprovado neste verdadeiro concurso. Ele é o maior defensor da manutenção desta prova e recentemente conseguiu convencer a Suprema Corte a classificá-lo como Constitucional. É uma pena que a sociedade brasileira não tenha uma visão sobre a OAB de hoje, assim como nossos Ministros pois, para quase todos operadores do Direito esta corte é extremamente política. O Sr. Ophir (parece nome de elevador antigo) é intocável. Tem um poder nas mãos muito grande, bem maior que o Ricardo Teixeira.Diante deste escândalo, me convenço ainda mais, que ser Advogado hoje, não é como era antigamente. Eu nunca me apresento como Advogado. Tenho vergonha. Me apresento sempre como Corretor de Imóveis. No CRECI, não há elevadores velhos, não existe ophires.

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